Segunda-feira, 4 de Junho de 2012

Entrevista a Joss Stone (Rock In Río Lisboa 2012)


publicado por Joana Duarte Portugal às 15:20
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Sábado, 27 de Fevereiro de 2010

Joss Stone: "A primeira vez que cantei em público foi terrível"

Em cinco anos, Joss Stone já vendeu mais de dez milhões de discos

 

A menina bonita da soul e do jazz este domingo no Coliseu do Porto e segunda-feira no Coliseu de Lisboa. Na bagagem traz o seu novo disco, ‘Colour Me Free'.

- A Joss Stone está de regresso a Portugal para mais dois espectáculos. O que podemos esperar destes novos concertos?

- O melhor é não esperarem nada porque eu não sei ao certo o que vai acontecer (risos)

- Como assim?

- Eu nunca preparo os meus concertos. As coisas correm como tiverem de correr. Geralmente é o público que me diz o que eu devo fazer em palco. Antes de cada espectáculo eu só quero saber quantas canções posso interpretar, mas nunca defino nenhum alinhamento. Em palco interpreto aquilo que me apetecer na altura ou aquilo que o público me pedir para cantar.

- Recorda-se do seu ultimo espectáculo por cá?

- Sim. Foi fantástico. Lembro-me de um público muito divertido que me fez rir muito.

- Teve tempo para passear?

- Infelizmente não. Foi tudo muito apertado. Acho que tenho que vir uns dias de férias para conhecer melhor o País.

- A Joss Stone lançou o seu primeiro disco com apenas 16 anos. Hoje tem 22 e está de volta com um novo trabalho ‘Colour Me Free'. Como sente a sua evolução enquanto cantora?

- Eu estou mais velha e hoje sei exactamente aquilo que quero fazer. Por isso acho que este é o meu melhor trabalho. Antes eu até sabia o que queria, mas não sabia lá chegar. Ainda não dominava bem estas linguagens da música. Hoje estou muito mais à vontade. Sinto-me mais completa.

- É verdade que demorou apenas uma semana a fazer este disco?

- Sim, é verdade (risos). Um dia acordei e disse para mim mesma "quero fazer um disco hoje". Eu gosto de ser espontânea e sou da opinião que quando sentimos vontade de fazer uma coisa, devemos aproveitar essa energia imediatamente. Foi o que aconteceu. Telefonei logo à minha banda e no dia seguinte já estávamos todos em estúdio.

- Disse numa entrevista que ‘Free Me', o primeiro single, é sobre ser livre em todos os sentidos. No seu caso acredita que é possível para um músico ser totalmente livre da indústria e do mercado da música, por exemplo?

- Eu acho que é possível sermos livres de determinados aspectos deste negócio. Claro que há muito dinheiro a passar de mão em mão à custa do nosso trabalho, mas em relação a isso não podemos fazer nada, até porque temos que fazer os nossos discos chegar às prateleiras das discotecas. Mas eu acho que do ponto de vista criativo podemos e devemos ser totalmente livres da indústria.

- E a Joss Stone sente-se livre?

- Sim, totalmente. Sou eu quem faz a minha música, como quero e da maneira que quero.

- Já vendeu dez milhões de discos em todo o Mundo. O que é que este número significa para si?

- Significa que muita gente gosta de mim (risos) e que a minha obrigação é não desiludir ninguém.

- Recorda-se da primeira vez que cantou em público?

- Sim. Foi terrível. Chorei no inicio e chorei no fim. Odiei fazê-lo.

- Porquê?

- Porque o que seu sempre quis foi cantar e não que me vissem a cantar. Eu podia cantar em casa, na sala ou mesmo no estúdio, mas não queria que ninguém me visse. Depois descobri a beleza de actuar ao vivo e hoje acho que subir a um palco é uma sensação extraordinária.

- É verdade que desistiu da escola para cantar?

- Sim, mas se não fosse pela música eu acho que ia acabar por desistir da escola por outro motivo qualquer. Eu nunca gostei muito da escola, mas acho que vou voltar um dia.

- E os seus pais, sempre a apoiaram?

- Sim, eles sempre estiveram ao meu lado. Quando eles perceberam que eu não ia seguir uma carreira académica, nunca me contrariaram. E isso para mim foi um incentivo muito grande porque eu odiava mesmo a escola. Quando eu comecei a cantar eles ficaram muito surpreendidos: "Meu Deus, ela sabe fazer alguma coisa" (risos).

- E como é que eles hoje vêem a sua carreira de sucesso?

- Eles estão muito satisfeitos. Às vezes viajam comigo e tudo.

- Como é que se deu o seu primeiro contacto com o mundo da música?

- Foi em casa. Quando eu era miúda a minha mãe ouvia muito Whitney Houston e Melissa Etheridge. O meu pai, por outro lado, ouvia muito Bob Marley. Acho que sempre estive rodeada de boa música e isso influenciou-me muito.

- Como é que está a lidar com isto do sucesso, da fama, da imprensa?

- Eu sei que isso faz parte do meu trabalho, por isso não me queixo.

- A Joss Stone mudou muito como pessoa desde que começou?

Eu espero que sim (risos), porque eu era muito nova. Eu tinha catorze anos. Era uma adolescente que sabia muito pouco da vida.

- Aos 22 anos consegue arranjar tempo para estar com os amigos, sair e namorar?

- Sim. Todos os meus tempos livres eu aproveito para fazer todas as coisas que as jovens da minha idade fazem. Depois eu tenho a sorte de todos os meus grandes amigos fazerem parte da minha banda e por isso ando sempre com eles.

- Mas não pensa que por vezes pode estar a perder parte da sua vida, ao passar o tempo a viajar de um lado para o outro?

- Não. Eu penso o contrário. Eu acho que estou a ganhar. Eu quero conhecer o Mundo e a minha profissão proporciona-me isso. Cantar já é para mim como uma missão, se não fizesse isto é que estaria a desperdiçar a minha vida.

- Quem é a Joss Stone longe da música?

- Sou uma pessoa que gosta de cozinhar, de pintar e de passear os meus cães. Eu amo os meus cães. E gosto muito de estar em casa. Não sou muito de sair. Nunca fui.

- Como é que está, neste momento, a sua carreira como actriz?

- Neste momento está parada (risos. Não há nada de novo. Eu participei na série ‘The Tudors', o que foi muito divertido e gostava de fazer mais trabalhos como actriz, mas na verdade eu não sei se sou boa nisto ou não (risos). Eu fiz aquilo apenas por diversão. É a minha música que eu levo mais a sério.

 

Fonte: Vidas


publicado por Joana Duarte Portugal às 12:54
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Joss Stone: "Os meus pais abriram-me os ouvidos"

Na altura em que voltou a Portugal para dois concertos, Joss Stone falou ao Expresso.

 

Joss Stone: 'Os meus pais abriram-me os ouvidos'
 
 
Jocelyn Eve Broker, de 22 anos, aproveitou os cinco minutos de uma música de Donna Summer num concurso de talentos da BBC e nunca mais parou. Seis anos depois, em vésperas de visitar Portugal pela quinta vez (14 e 15 de Fevereiro, nos Coliseus do Porto e de Lisboa), falou ao Expresso sobre a(s) sua(s) música(s) e o seu novo disco, "Colour Me Free".

 

Como é que uma inglesa, branca, hippie e louca por hip hop decide começar a cantar nomes cimeiros do jazz, como Nat King Cole? Não sei ao certo, acho que sempre gostei do estilo de música. É óbvio que não sou contemporânea dos mestres, nem sou do país deles, mas a música viaja pelo tempo e pelo mundo. Os meus pais sempre ouviram jazz e eu, quando era miúda, não me queixava da discografia deles...

 

Foi influenciada pelas playlists escolhidas pelos pais... Absolutamente. Abriram-me os ouvidos! Não custa muito andar por aí, com atenção, e abrir os ouvidos. Foi o que eu fiz.

 

Do primeiro trabalho de revelação, "Soul Sessions", até hoje... como se sente, o que mudou musicalmente? Detesto gravar dois álbuns iguais, tornar-me repetitiva e aborrecida não é comigo. Odeio ficar chateada e, mais importante, detesto chatear as pessoas. Tenho de criar sons novos e diferentes para não ficar aborrecida nem aborrecer os outros!

 

Esteve parada algum tempo. Há quem diga que durante esse período roubaram um espaço que era seu... Depende de quem estivermos a falar... Muitos referem Norah (Jones), mas ela apareceu antes de mim, portanto não conta; a Corinne (Bailey Rae) tem uma sonoridade diferente; a Amy (Winehouse) é, da cabeça aos pés, uma cantora de jazz.

 

Suponho que esteja ansiosa por voltar aos concertos Claro, mal posso esperar. Tenho uma digressão à porta. Nesta fase, quero estar em palco numa onda mais íntima. tirar alguns instrumentos, introduzir elementos acústicos. Vamos ensaiar e ver como nos sentimos. Gostava de trazer material da "velha escola", como 'Some kind of wonderful' (dos Grand Funk Railroad, 1964) ou 'A victim of a foolish heart' (do primeiro álbum, "Soul Sessions").

 

É a quinta vez que vem a Portugal (dias 14 e 15, nos coliseus do Porto e de Lisboa). Quais são as expectativas desta vez, dentro dessa onda mais íntima que está a sentir? O melhor que posso fazer é não esperar nada de especial. Quando era mais nova tinha um professor que me dizia sempre: "Espera o pior... e nunca ficarás desiludida".

 

No Algarve, no ano passado, cantou Bob Marley no encore. Ninguém esperava essa... Como não espero coisa alguma, deixo-me levar. e como adoro Bob Marley... Quem sabe o que vou fazer agora? Nem eu sei! Não gosto de dar concertos iguais, mudo sempre a lista de temas. Deixo o público definir o espectáculo. Se tiver um bom público, tenho um bom concerto; se tiver um público discreto... fico aborrecida.

 

A capa do novo álbum ("Colour Me Free") é muito sugestiva. parece querer libertar-se e gritar para alguém. Quem? A indústria, a sua relação com as editoras, o seu dia-a-dia? Qual é a mensagem secreta do CD? Basicamente. O problema é que as editoras não sabem o que querem, ficam confusas e baralhadas. Pensam que querem apenas música, porque é aquilo que lhes damos e com que todos ganham: música, dinheiro e fama, para ambas as partes. É aqui que está o dilema. Não devemos entrar no jogo deles, temos de tomar uma decisão enquanto artistas. O que é que queremos? Ser bom músico ou ser famoso? Claro que a fama surge com naturalidade. Mas, infelizmente. muitos artistas com enorme sucesso vivem na corda bamba nesta relação: precisam de um contrato com a editora. têm de ter um contrato. e como é que o arranjam? Vão para os tablóides e vendem-se: 'Estou aqui, explorem-me'. Enfim, são as regras do jogo... Eu fui amadurecendo e percebo tudo isto, assinei o meu primeiro contrato quando tinha 14 anos e percebi que não queria ser famosa nem milionária, gostava apenas de fazer música. Se os meus objectivos são diferentes, então preciso de coisas diferentes - não preciso de contratos só por contratos, apenas quero um orçamento e uma distribuidora. Isto é muito interessante. Conheço gente que tem talento para a música mas que só trabalha para os milhões. Se quisermos manter a integridade e assinarmos mais tarde por uma editora - continuando a fazer boa música e com vontade de a espalhar pelo mundo inteiro -, precisamos de ter primeiro um álbum. Gravamo-lo, mostramo-lo à editora e dizemos: 'Está aqui o meu álbum, querem contratar-me ou não?'. Mas também pode acontecer outra coisa: assinar o contrato antes de ter o álbum pronto. Neste caso, está-se a gravar com empresários! E empresários não são músicos, nem sequer sabem criar música. mas investem tanto nela que acabam por comprar a credibilidade deles ou o que quer que seja. Depois escolhem as músicas. começam a dizer 'não, não, não, quero esta, não quero aquela'. A nível empresarial, percebo: se eu apostasse tantos milhões no produto e não conseguisse controlá-lo também ficava lixada...Compreendo que as coisas possam ser assim, afinal é o mercado, é o negócio, mas... (suspira) não quero fazer parte disso! Basta bater o pé e descobrir aquilo que queremos. Foi isso o que fiz.

 

Esses empresários que referiu comportam-se todos da mesma forma? Alguns até são porreiros. estão lá pela paixão, como eu, e pensam: 'Não sei fazer música, mas vou ajudar a divulgá-la'. Há esses casos, mas não são eles que dão os murros na mesa, eles não têm influência. Quem decide é quem tem o dinheiro na mão.

 

Numa lista de álbuns ideais para acompanhar um serão romântico que está na Internet o seu "Soul Sessions" está muito bem referenciado. Considera-se lamechas? Com o "Soul Sessions" é fácil aplicar esse rótulo, por causa da voz. Odeio a minha voz nesse álbum... quero refazê-lo.

 

E que tal cantar fado? Adoro fado! Oh, meu Deus, é a língua mais bonita do mundo! Mas eu não a domino...

 

Fonte: Aeiou


publicado por Joana Duarte Portugal às 12:49
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Joss Stone: Ser precoce

Tem 22 anos e tornou-se uma estrela há quase uma década. Joss Stone, nascida na província inglesa, teria sido uma rapariga banal se a voz soul não carregasse uma maturidade invulgar.

 Ser precoce
 
 

Para Joss Stone, cantor que recorre ao software Autotune para corrigir as desafinações em estúdio bem podia estar a chamar meretriz à sua mãe. Não seria muito diferente. Joss põe música e família no mesmo patamar: um insulto à primeira fere-a como um insulto à própria progenitora. Leva a ética da sua arte muito a peito e reage mal a quem não o fizer também. «A música é parte de mim, parte da minha família e parte da minha vida, e tenho-lhe o maior dos respeitos», diz-nos. Já percebemos, Joss. Por isso, nada de piadinhas fáceis com o apelido da senhora, se faz favor. Ela pode não gostar.

Estrela quase instantânea desde que o mundo despertou para a voz de negra cinquentona enfiada no corpo roliço de uma rapariga loira de 14 anos (hoje tem 22 e curvas mais subtis), Joss Stone apanhou o comboio para a fama mal tinha idade para saber no que se estava a meter. Na altura, não tinha qualquer noção de que, depois de subida a bordo, não haveria grandes paragens para a vida pessoal. A menos que saltasse em movimento e arriscasse tudo. Mas ela não desarma e responde à letra: «A minha música é a minha vida pessoal. É o amor da minha vida. É como respirar. Alguma vez poderia fazer uma pausa na minha respiração? Não, porque morreria. O mesmo se passa com a música – é uma das minhas necessidades básicas».

Isto diz ela agora, porque no dia em que se viu de caneta na mão, sentada numa sala de reuniões, contrato à frente e rodeada por sorrisos de executivos engravatados rasgados à custa de uma miragem de cifrões, era tão nova que nem pensou que, feitas as contas, estava a assinar uma revolução completa no seu dia-a-dia com efeitos praticamente vitalícios. «Não percebi que estava a decidir o resto da minha vida, claro. Aos 14 anos diz-se ‘Sim, assino esse contrato discográfico. Canto pois, por que não?’. Era como se fosse uma miúda no Disney World». Ou como se fosse um casamento. Afinal, é ela mesma quem diz que a sua relação com a arte que a acolheu «é um amor incondicional em que ninguém se pode intrometer ou estragar. É a única coisa que garantidamente me amará de volta. Tudo o resto não sei».

De resto, é o único dos amores incondicionais em que acredita. As condições têm de existir para uma relação ser saudável, defende. «Se eu estivesse com um homem que me espancasse todos os dias e ainda o amasse, isso seria não só incondicional mas também estúpido». Estupidez, bem se vê, é mal que não a atinge.

Na passadeira não se salvam vidas
 

Há uma queixa comum em artistas atirados para a primeira fila do show business em tenra idade: a consciência tardia, sussurrada baixinho ao ouvido antes de deitar, de que a adolescência lhes escapou entre os dedos. Geralmente, o preço a pagar surge na forma ou de um rasto de autodestruição ou de uma tentativa de viver fora de época as experiências próprias da puberdade. Mas Joss Stone, por enquanto, não se deseja incluir nesse grupo – apesar de alimentar igualmente as páginas de tablóides com algumas das suas saídas nocturnas, é ainda assim uma espécie de versão imatura e de principiante das desventuras de Amy Winehouse.

A questão, para Stone, resume-se a uma simples conclusão: «O que teria andado a fazer da minha vida se não estivesse a cantar? Teria ido à escola – algumas vezes, porque não ia assim tão frequentemente –, teria andado a fumar cigarros de enrolar nos parques, a beber nos bares e não teria seguido para a universidade porque odiava a escola. Teria acabado a trabalhar numa B&Q [cadeia de lojas britânica de produtos para a casa] ou coisa do género. Por isso não sinto que tenha desperdiçado tempo nenhum, sinto apenas que ganhei muito e pude ver o mundo».

Ou seja, entre a vida que escolheu e aquela que imagina que teria tido caso não abraçasse a música a 100%, a sentença é óbvia: «Esta vida é muito melhor».
 

A aparente lucidez quanto à sua condição de estrela planetária, diz Joss que a conserva afastando-se do grande circo mediático. Vive numa «terra muito pequena» no distrito de Devon, com a família, e onde perder o contacto com os amigos é uma impossibilidade prática: vivem ao fundo da rua, o pub onde procurar diversão não constitui propriamente escolha pela falta de alternativas e não há quem possa apostar numa vida de estrela quando os vizinhos viram crescer cada borbulha na sua cara.

«Estou a salvo», confessa, pelo simples facto de não se deixar embrulhar na vida de faz-de-conta que a celebridade poderia ter planeado para ela. «Claro que vou aos Brits e aos Grammys mas sinto-me ridícula ao passar na passadeira vermelha como se fosse muito especial. Limito-me a fazer barulhos de que as pessoas por acaso gostam. Não é mais do que isto. E tratam-nos como se realizássemos cirurgias ao cérebro. Não andamos a salvar vidas».

Por falar em cérebro, Joss Stone sente que alguém deve andar a brincar com o seu. Recentemente, queixa-se, tentaram inventar-lhe guerras com Amy Winehouse e Lily Allen. Acerca da segunda, correu mundo a sua suposta afirmação de que esta não saberia cantar. Afinal, esclarece, estava apenas a comentar o seu desacordo a respeito dos downloads ilegais. Para Allen, têm de ser punidos, para Joss, nem por isso. Como quem não vive dos e para os concertos precisa de garantir os seus rendimentos através das vendas de discos (Allen), a questão não rouba um minuto de sono a Joss. A vida dela ganha-se nos palcos. Esta semana, por exemplo, o ordenado é-lhe pago pelos Coliseus do Porto (dia 14) e de Lisboa (dia 15).

 

Fonte: Sol


publicado por Joana Duarte Portugal às 12:41
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